quinta-feira, 18 de janeiro de 2018


The Guardian
2 h ·


“It isn’t a good feeling that you have to think about whether or not you can even say you’re married.”


'This happens all the time': why a gay couple took their cake case to the supreme court
A ruling over a cakeshop owner’s refusal to serve the couple could erode civil rights protections for LGBT Americans or bolster them
THEGUARDIAN.COM

Brigitte Bardot contra a hipocrisia das denúncias de abusos...


The Guardian
42 min ·


“In the vast majority of cases it is hypocritical, ridiculous and uninteresting.”


Brigitte Bardot: sexual harassment protestors are 'hypocritical' and 'ridiculous’
Bardot is second French film star after Catherine Deneuve to lambast women involved in campaigns such as #MeToo and its French equivalent
THEGUARDIAN.COM


From "The Guardian"


The Guardian
18 min ·


Can guess who the real fake news provider is?
‘#FakeNews CNN’, the ‘Failing @NYTimes’ – or the US president, who has often been economical with the truth?
THEGUARDIAN.COM

Mulher-árvore!


Les djihadistes...

Le Figaro
4 h
Des efforts conséquents mais «pas suffisants». Vous êtes d'accord? 🤔

C'est vrai?????????????????


Le Figaro
3 h ·


💶💶💶 Pour tous?


La reprise économique va doper les salaires
LEFIGARO.FR

La petite portugaise...


Le Figaro
1 h ·


C'est sur des images de vidéosurveillance qu'elle dit avoir pu discerner la robe portée par la fillette le soir de sa disparition.


La mère de Maëlys reconnaît sa fille dans la voiture du suspect, Nordhal Lelandais
LEFIGARO.FR

Simone de Beauvoir...



In Net:

“Toda a busca do ser está fadada ao fracasso; esse mesmo fracasso, porém, pode ser assumido. Renunciando ao sonho vão de nos tornarmos deus, podemos satisfazer-nos simplesmente em existir.”
― Simone de Beauvoir


-
Coletânea de frases e citações de Simone de Beauvoir
KDFRASES.COM

Do nosso Fernando Pessoa

Ricardo Reis, in Net:
Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas. 
O resto é a sombra
De árvores alheias.
A realidade
Sempre é mais ou menos
Do que nos queremos.
Só nós somos sempre
Iguais a nós-proprios.
Suave é viver só.
Grande e nobre é sempre
Viver simplesmente.
Deixa a dor nas aras
Como ex-voto aos deuses.
Vê de longe a vida.
Nunca a interrogues.
Ela nada pode
Dizer-te. A resposta
Está além dos deuses.
Mas serenamente
Imita o Olimpo
No teu coração.
Os deuses são deuses
Porque não se pensam.
Ricardo Reis, in "Odes"-Heterónimo clássico de Fernando Pessoa

Bom dia, meus amigos!


quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

poema meu-OBRA REGª





















GOTAS POÉTICAS

Gota a gota,
minh’a água nos olhos
é como o pão que se come,
bocado a bocado,
depois de ter sido gerado
no ventre da semente, na planície e no valado.
Palavra a palavra,
as labirínticas letras saltam pelo prado
onde as junto num poema recheado de versos
a lembrar a unidade da gema amarela…
…com muito cuidado…com toda a cautela…

Nas mãos tenho pontas de fogo…
Ora vêm de luxos vulcânicos, ora de regatos de pedra
do silencioso acordar da Antiga Idade da Vida, na velha casa adormecida.
Cegas de memória, as formigas vão arrecadando pedaços de história.
Agora adormecidos e sós, esses pedaços repousam perto de um espelho,
onde leio a Infância.

E assim, sem querer, o espelho reconverte o filme
da ânsia do Poema-que-foi-passando,
enquanto me tornei a Outra-de-Mim
aquela-de-quando-nada-parecia-ter-um-Fim!

Maria Elisa Ribeiro

Da nossa Agustina Bessa-Luís...


Foto de Maria Elisa Ribeiro.

De Álvaro de Campos...

















A música, sim a música…

A música, sim a música…
Piano banal do outro andar.
A música em todo o caso, a música..
Aquilo que vem buscar o choro imanenre
De toda a criatura humana
Aquilo que vem torturar a calma
Com o desejo duma calma melhor…
A música… Um piano lá em cima
Com alguém que o toca mal.
Mas é música…
Ah quantas infâncias tive!
Quantas boas mágoas?,
A música…
Quantas mais boas mágoas!
Sempre a música…
O pobre piano tocado por quem não sabe tocar.
Mas apesar de tudo é música.
Ah, lá conseguiu uma música seguida —
Uma melodia racional —
Racional, meu Deus!
Como se alguma coisa fosse racional!
Que novas paisagens de um piano mal tocado?
A música!… A música…!

In www.revistaprosaeartes.pt
19-7-1934
Álvaro de Campos – Livro de Versos . Fernando Pessoa. (Edição crítica. Introdução, transcrição, organização e notas de Teresa Rita Lopes.) Lisboa: Estampa, 1993. – 190.

Bom dia , amigos!

De Percy B. Shelley...







Por tudo o que é sagrado em nossas esperanças pela humanidade, conclamo aqueles que desejam o bem-estar da humanidade e amam a verdade a examinarem, sem preconceito, os ensinamentos do vegetarianismo.

Percy Bysshe Shelley


- https://kdfrases.com/autor/percy-bysshe-shelley

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Dolores O'Riordan Without You

Dolores O'Riordan - Angel Fire

Human Spirit - Dolores O'Riordan

The Cranberries - Dolores O'Riordan - Ave Maria - Pavarotti

James Joyce



“Ela hesita em meio a fragrâncias, música, tentações. Ela o conduz para os degraus, atraindo-o pelo odor dos sovacos, o viço dos seus olhos pintados, o frufru de sua camisola em cujas pregas sinuosas se enrosca o fartum leonino de todos os brutos e machos que a possuíram.”
[Ulisses]
― James Joyce

-



Frases e Pensamentos de James Joyce
Coletânea de frases e citações de James Joyce
KDFRASES.COM

George Bernanos



De Georges Bernanos, in Net(Pesquisa), a Sinopse da obra "Diário de um pároco de Aldeia":

SINOPSE
É de 1936 a publicação da obra mais emblemática de Georges Bernanos, Diário de um pároco de aldeia , na qual verte o seu arguto espírito de perscrutador dos âmagos da alma, nos domínios da mística e das misteriosas dimensões em que atua a Graça na natureza. Neste palco, a fraqueza, a humildade, o sofrimento, o sentido de serviço são as eficazes armas no combate infindável contra a adversidade diabólica. Apelidado de «romancista número um da vida sacerdotal», é considerado «insuperado, até hoje, no desenho e captura psicológica de padres, o que se deve, além do génio, à sua formação e vivência íntima da vida da graça condicionada pelo contacto, angustiante ou tranquilo, com sacerdotes» ( in João Maia, V erbo - Encicl. Luso- -Brasileira de Cultura ). A visão do cristianismo de Bernanos é comparada, por alguns críticos, à do académico francês e nobel da Literatura, François Charles Mauriac e do novelista inglês Henry Graham Greene. Georges Bernanos é apontado como um animado intérprete do mal e da luta que a alma trava para o conter. Num apontamento sintético sobre Bernanos, a revista Times , ainda em vida do autor, apre- sentava-o com estes termos: «Georges Bernanos é o mais ilustre autor católico da França e, simultaneamente, o crítico mais atento da Igreja.» E, em entrevista, com o bispo norte-americano Edwin V. O’Hara, Bernanos explicou que os seus severos ataques aos católicos apenas deveriam ser interpretados como a tentativa de os despertar para as suas responsabilidades.



História de Portugal: o rei D. PedroV


Pedro V de Portugal
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Pedro V


Rei de Portugal e Algarves
Reinado 15 de novembro de 1853
a 11 de novembro de 1861
Aclamação 16 de setembro de 1855
Predecessores Maria II e Fernando II
Sucessor(a) Luís I
Regente Fernando II (1853–1855)

Esposa Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen
Casa Bragança-Saxe-Coburgo-Gota
Nome completo
Pedro de Alcântara Maria Fernando Miguel Rafael Gonzaga Xavier João António Leopoldo Víctor Francisco de Assis Júlio Amélio
Nascimento 16 de setembro de 1837
Palácio das Necessidades, Lisboa, Portugal
Morte 11 de novembro de 1861 (24 anos)
Palácio das Necessidades, Lisboa, Portugal
Enterro Panteão da Dinastia de Bragança, Igreja de São Vicente de Fora, Lisboa, Portugal
Religião Catolicismo
Pai Fernando II de Portugal
Mãe Maria II de Portugal
Assinatura


Pedro V (Lisboa, 16 de setembro de 1837 – Lisboa, 11 de novembro de 1861), apelidado de "o Esperançoso" e "o Muito Amado", foi o Rei de Portugal e Algarves de 1853 até sua morte. Era o filho mais velho da rainha Maria II e seu marido o rei Fernando II. Ele ascendeu ao trono com apenas dezesseis anos de idade após a morte de sua mãe, com seu pai atuando como regente do reino até sua maioridade em 1855.



Índice [esconder]
1Biografia
2Títulos, estilos, e honrarias
2.1Títulos e estilos
2.2Honrarias
2.3Outros títulos
3Ancestrais
4Ver também
5Bibliografia


Biografia[editar | editar código-fonte]

Embora muito jovem aquando a sua ascensão ao trono português, com apenas 16 anos, foi considerado por muitos como um monarca exemplar, que reconciliou o povo com a casa real, após o reinado da sua mãe ter sido fruto de uma guerra civil vencida. D. Fernando II, seu pai, desempenhou um papel fundamental no início do seu reinado, tendo exercido o governo da nação na qualidade de regente do reino, orientando o jovem rei no que diz respeito às grandes obras públicas efectuadas. Pedro V é frequentemente descrito como um monarca com valores sociais bem presentes, em parte devida à sua educação, que incluiu trabalho junto das comunidades e um vasto conhecimento do continente europeu.

Pedro V, por W. Corden, noPalácio Nacional da Ajuda

A 16 de setembro de 1855, completando 18 anos, foi aclamado rei, presidindo nesse mesmo ano à inauguração do primeiro telégrafo eléctrico no país e, no ano seguinte (28 de outubro), inaugura o caminho de ferro entre Lisboa a Carregado. É também no seu reinado que se iniciam as primeiras viagens regulares de navio, entre Portugal e Angola.

Dedicou-se com afinco ao governo do país, estudando com minúcia as deliberações governamentais propostas. Criou ainda o Curso Superior de Letras, em 1859, que subsidiou do seu bolso, com um donativo de 91 contos de réis. Nesse mesmo ano é introduzido o sistema métrico em Portugal.

Pedro V foi um defensor acérrimo da abolição da escravatura e data do seu reinado um episódio que atesta a convicção do monarca nessa matéria e que simultaneamente demonstra a fragilidade de Portugal perante as grandes potências europeias: junto à costa de Moçambique é apresado um navio negreiro francês, tendo o seu comandante sido preso. O governo de França não só exigiu a libertação do navio, bem como uma avultada indemnização ao governo português.

Portugal é, por essa altura, flagelado por duas epidemias, uma de cólera, que grassa de 1853 a 1856, e outra de febre amarela, principalmente em 1856/1857. Durante esses anos o monarca, em vez de se refugiar, percorria os hospitais e demorava-se à cabeceira dos doentes, o que lhe trouxe muita popularidade.

Em 1858, D. Pedro V casa-se, por procuração, com a princesa Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen, que morreu no ano seguinte. Sendo a saúde pública uma das suas preocupações, foi, juntamente com a sua esposa, a princesa Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen, que Pedro fundou hospitais públicos e instituições de caridade. Aliás, cumprindo os desejos por ela manifestados, o monarca fundou o Hospital de Dona Estefânia, em Lisboa, após a sua morte.

Morreu com apenas 24 anos, em 11 de novembro de 1861, que segundo parecer dos médicos, devido à febre tifóide (enquanto o povo suspeitava de envenenamento e por isso viria a amotinar-se). A sua morte provocou uma enorme tristeza em todos os quadrantes da sociedade. Não tendo filhos, foi sucedido pelo irmão, o infante D. Luís, que habitava então no sul de França.

Jaz no Panteão Real da Dinastia de Bragança, no Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa.

Teve uma notável preparação moral e intelectual. Estudou ciências naturais e filosofia, dominava bem o grego e o latim e chegou a estudar inglês. O seu espírito terá sido influenciado pela convivência que teve com Alexandre Herculano, que foi seu educador. Recebeu ainda inúmeros conselhos sobre governação e sentido de Estado por Mário Jorge de Castro Botelho, com quem trocava correspondência durante o período do seu reinado.

No dizer dos biógrafos, Pedro V: "com um temperamento observador, grave, desde criança [...] mandou pôr à porta do seu palácio uma caixa verde, cuja chave guardava, para que o seu povo pudesse falar-lhe com franqueza, queixar-se [...] O povo começava a amar a bondade e a justiça de um rei tão triste [...]".
Títulos, estilos, e honrarias[editar | editar código-fonte]
Estilo real de tratamento de
Pedro V de Portugal


Bandeira pessoal de Pedro V
Estilo real Sua Majestade Fidelíssima
Estilo alternativo Vossa Majestade

Ver artigo principal: Lista de títulos e honrarias da Coroa Portuguesa
Títulos e estilos[editar | editar código-fonte]
16 de Setembro de 1837 – 15 de Novembro de 1853: "Sua Alteza Real, o Príncipe Real de Portugal"
15 de Novembro de 1853 – 11 de Novembro de 1861: "Sua Majestade Fidelíssima, o Rei"

O estilo oficial de D. Pedro V enquanto Rei de Portugal: "Pela Graça de Deus, Pedro V, Rei de Portugal e dos Algarves, d'Aquém e d'Além-Mar em África, Senhor da Guiné e da Conquista, Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia, etc."
Honrarias

Bom dia, amigos!


De James Joyce...



Ela hesita em meio a fragrâncias, música, tentações. Ela o conduz para os degraus, atraindo-o pelo odor dos sovacos, o viço dos seus olhos pintados, o frufru de sua camisola em cujas pregas sinuosas se enrosca o fartum leonino de todos os brutos e machos que a possuíram.
[Ulisses]

James Joyce


- https://kdfrases.com/autor/james-joyce/2